Após a assinatura do ACT 2025–2027, foram definidas mudanças no custeio do plano de saúde AMS, com foco no equilíbrio financeiro, sustentabilidade e continuidade do benefício.
Principais mudanças no custeio
- Inclusão dos custos administrativos na relação de custeio 70% patrocinadoras / 30% beneficiários, conforme a cláusula 43ª do ACT.
- Até 28/2/2026, o custeio considerava apenas despesas assistenciais.
- A partir de 1º/3/2026, passam a ser considerados despesas assistenciais + custos administrativos, incorporados às tabelas de grande risco.
- A medida está alinhada à CGPAR nº 52 e reforça a sustentabilidade do plano.
Impacto financeiro
- Recalibragem média: 8,6%
- Incremento médio: R$ 22,54
- Sem alteração para a faixa etária 59+
- Variações mensais entre R$ 2,18 e R$ 87,43, conforme renda e composição familiar.
Reajuste anual das tabelas de grande risco
- Também a partir de 1º/3/2026, haverá reajuste anual com base no IPCA – Saúde e Cuidados Pessoais (5,7%), conforme IBGE.
- Esse reajuste é previsto no regulamento do AMS e no ACT, para preservar o equilíbrio financeiro do plano.
Cobrança dos valores
- Nenhum valor adicional será cobrado em março/2026, devido ao fechamento dos sistemas.
- As diferenças serão cobradas retroativamente no contracheque de abril/2026 (patrocinadoras e Petros) e nos boletos bancários.
Para mais informações, acesse: https://saudepetrobras.com.br/fique-por-dentro/act-25-27-mudancas-no-custeio-a-partir-de-1-3-reforcam-equilibrio-e-sustentabilidade-do-plano-ams.htm





